domingo, 11 de dezembro de 2011

O chocolate é venenoso para os cães?

Você talvez já tenha ouvido falar que o chocolate mata cachorros. Isso faz sentido?

Se eu posso comer chocolate, por que meu cachorro não pode?

Acontece que um composto químico chamado teobromina, existente no chocolate, é um problema para os cachorros. A teobromina é semelhante à cafeína. A teobromina é tóxica para um cachorro quando ele ingere de 100 a 150 mg por quilograma de seu peso corporal.

O fato é que envenenamento por chocolate não é tão incomum quanto parece. Para um ser humano, a cafeína é tóxica em níveis de 150 miligramas por quilograma de peso corporal. O mesmo vale para cachorros! Nós geralmente pesamos muito mais do que cachorros, mas não é tão difícil crianças pequenas terem problemas com cafeína ou chocolate se exagerarem na dose. Os bebês são especialmente vulneráveis porque não eliminam a cafeína da corrente sanguínea tão rapidamente quanto os adultos. Assim, se você suspeitar que seu cão comeu uma quantidade excessiva de chocolate, é melhor procurar um veterinário.

Música para relaxar... os gatos

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Um estudo mostrou que os gatos se tornam menos estressados quando ouvem uma música relaxante. A experiência foi feita com animais atendidos em um consultório veterinário do País de Gales.

Sian Barr, estudante de veterinária, verificou que quando eram tocadas músicas de meditação e yoga, os felinos se acalmaram e começaram a respirar mais lentamente. Barr, acabou de se formar e teve sua pesquisa aclamada durante a formatura.

"O estresse em pequenas doses pode ser algo bom, como por exemplo, quando o gato está com fome e precisa procurar por comida, ele acaba fazendo isso melhor. Mas estar estressado, num local onde ele tem tudo a disposição, não faz sentido", explicou Barr.

"Estar preso em gaiolas, os deixa muito estressados, mas isso faz mal, eles precisam estar calmos", prosseguiu.

De acorco com Sian, com os gatos mais calmos a capacidade de cura aumenta muito. A jovem de 21 anos avaliou os gatos, checando seus olhos e ouvidos, além do nível de respiração, antes e depois das músicas.

"Quando comparei os resultados percebi que a música tinha um efeito enorme sobre as taxas de respiração sobre os gatos que ouviram as músicas", comemorou Barr.